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O Corinthians decidiu nesta semana afastar o volante Cristian do elenco. Assim, vai continuar pagando o salário astronômico de R$ 400 mil mensais até que ache um futuro para o jogador. Mas o clube alvinegro está longe de ser o primeiro ou o único do momento a gastar dinheiro com um atleta praticamente encostado. A verdade é que, por motivos diversos, todos os grandes clubes nacionais desembolsam dinheiro para manter atletas que não usam muito.
O próprio Corinthians tem atualmente pelo menos mais dois casos. Contratados como salvadores da pátria na temporada passada, Guilherme e Giovanni Augusto não conseguiram boas atuações, caíram em desgosto e mal entram em campo, mesmo com salários consideravelmente altos.
Os rivais também têm seus exemplos. Principalmente o Palmeiras, que resolveu montar um elenco gigante e acaba não tendo espaço para colocar todos os seus atletas em campo. Só no setor de ataque, Eduardo Baptista conta com três nomes que mal usa: Rafael Marques, Alecsandro e Erik, este último contratado à peso de ouro junto ao Goiás. No meio, o time também tem Arouca mais encostado.
Já o Santos contratou Emiliano Vecchio na temporada passada, mas só colocou o argentino em campo em nove partidas, todas em 2016. O atacante Thiago Ribeiro, que voltou recentemente de empréstimo, é outro que tem um alto salário, mas muito pouco espaço no elenco.
Mas isso, claro, não é exclusividade paulista. No Rio de Janeiro, o Vasco ainda tenta se livrar de Julio dos Santos, o Flamengo busca um destino para Marcelo Cirino e o Botafogo está perto de rescindir contrato com Canales. Já o Fluminense apostou em Osvaldo, mas acabou descobrindo que é melhor dar mais espaço à crias da casa, e acabou encostando o veterano.
O Flamengo ainda conta com Leandro Damião ganhando um alto salário para ser ‘apenas' reserva e com o meia Éderson que não consegue se livrar das lesões.
Problema semelhante, por exemplo, ao do Atlético-MG com Luan, que vem passando mais tempo no departamento médico que à disposição. E também o do rival Cruzeiro, que mal consegue contar com o zagueiro Dedé.
No Sul, o gostinho é mais de decepção. No ano passado, o Internacional abriu os cofres para vencer a concorrência e contratar o atacante Nico López, que vinha muito bem no Nacional-URU. O problema é que ele nunca rendeu como o esperado e hoje mal sai do banco de reservas.
Já o Grêmio pagou bem menos em Maxi Rodríguez, mas tinha esperanças semelhantes com o meia, que hoje é oferecido a quase todos os clubes.
Fonte: ESPN




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